
A Record precisa rever alguns dos seus conceitos. Copiar a Globo, simplesmente por copiar, já ficou provado que não dá certo. O resultado é nenhum.
O reality "A Fazenda" só melhorou alguma coisa e teve a sua audiência fortalecida quando a ficha caiu e alguém percebeu que o programa não tem nada de "Big Brother". E Britto Jr., nem no aro dos óculos é parecido com Pedro Bial.
A Globo tem um modelo vitorioso, mas ninguém pode entender que não existe outro. Viver só na cola da primeira colocada evidencia fraqueza ou falta de competência. Domingo foi a vez do "Esporte Fantástico" que, na verdade, já se perdeu pelo nome. Não foi uma estreia legal. Boa a matéria do Kaká, feita pelo Reinaldo Gottino, mas nem tanto a da Mylena Ciribelli no Canadá.
A falha no cálculo do tempo de produção impediu que o final do handebol, Portugal e Brasil, tivesse transmissão ao vivo. Nada mais frustrante para quem acompanhava a partida.
São coisas que não podem se repetir. Por último, completando, não era necessário cortar a despedida de Eliana, que ela gravou e poderia perfeitamente ir ao ar. Ficaria simpático e demonstraria grandeza, como aliás aconteceu quando Márcio Garcia decidiu voltar pra Globo. Ninguém entendeu por que desta vez, e com Eliana, foi diferente.
Coluna de Flávio Ricco no portal UOL.
Nenhum comentário:
Postar um comentário