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domingo, 17 de abril de 2011

Marcelo Adnet confessa ter recebido vários convites para trabalhar na Globo


O humorista Marcelo Adnet, um dos maiores sucessos da MTV, confessou que já recebeu vários convites da Globo para integrar seu casting, porém recusou todos.

Em entrevista a Amaury Jr, na RedeTV!, Adnet comentou que o principal motivo que decidiu permanecer na MTV foi a liberdade para criação de seus quadros e a importância do humor com conteúdo em seu trabalho.

Na conversa, o comediante também falou de sua relação com a esposa, Dani Calabreza, também humorista, e de suas imitações.

A entrevista foi ao ar na noite da última sexta (15), na RedeTV!.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

"O Silvio pode mexer sempre que julgar necessário", diz Richard Rasmussen


"O Silvio pode mexer sempre que julgar necessário. Afinal, quem manda é ele"

Richard Rasmussen é o apresentador do programa ”Aventura Selvagem”, exibido aos sábados, no SBT. Aos 41 anos, este paulistano ensina e desvenda curiosidades do reino animal e mostra as maravilhas que a natureza nos oferece.

Em entrevista exclusiva concedida a Carla Soltanovitch, do NaTelinha, durante coquetel de lançamento de "Amor e Revolução", Richard falou sobre a paixão pelos animais, sobre Record, sua ida para o SBT e família. Confira:


NaTelinha: Quando surgiu seu interesse pelos animais?

Richard Rasmussen:
É difícil precisar quando começou esta paixão. Os animais sempre estiveram presentes na minha vida. Tive um intenso contato com eles na minha infância, quando morei no interior de São Paulo. E durante a adolescência viajei muito com meu avô pelo Pantanal, pela Amazônia... acho que foi nesta época que comecei a ter uma intimidade maior com a vida selvagem.


NT: Você foi o pioneiro na televisão brasileira com este tipo de programa. É a realização de um sonho?

R.R.:
Eu não tinha a menor ideia de que as coisas iriam caminhar desta forma. Eu nunca tive pretensões de fazer qualquer programa de televisão. Na verdade, o meu sonho sempre foi a construção de um criadouro conservacionista, um local onde as pessoas pudessem ter contato com os bichos de uma forma diferenciada. Mas, o que estou vivendo agora também é maravilhoso. É a possibilidade de trabalhar com algo pelo qual sou completamente apaixonado, pelo qual dedico todo o meu tempo a ponto de já não saber se o que estou fazendo é trabalho ou lazer. É simplesmente não ‘desligar’. E claro, ver a receptividade deste trabalho nos telespectadores.


NT: Você não tem medo de morrer quando se vê diante de um animal perigoso?

R.R.:
A única vez que realmente isso aconteceu foi na Costa Rica quando fiquei cara a cara com um crocodilo. Meus pés atolaram, eu não podia correr, e caso aquele bicho enorme resolvesse vir para cima de mim, certamente não sobraria nada do Richard. Eu achei que iria morrer naquele dia...


NT: Você começou na Record e agora está no SBT. Como é trabalhar na emissora de Silvio Santos?

R.R.:
Só posso dizer que tenho total liberdade para gravar e o Silvio está honrando todos os compromissos firmados comigo. Portanto está ótimo. São 52 programas por ano. Na Record eu tinha apenas um quadro de 15 minutos e agora consigo ficar uma hora no ar. Quanto aos dias e horários de exibição, o Silvio pode mexer sempre que julgar necessário. Afinal, quem manda é ele... (risos).


NT: Você é casado e tem filhos. Como a sua família reage ao seu ímpeto de aventuras?

R.R.:
Minha esposa trabalha na equipe e não poderia ser diferente para poder dar certo. Eu passo muito tempo fora e dedico muito tempo ao meu trabalho. Por sorte, a mãe de meus filhos não é a atual esposa... digo sorte, naturalmente pelos meus filhos. Ela é uma excelente mãe e está sempre presente na vida deles, o que me deixa mais livre. Eles, por sua vez, entendem o trabalho do papai, cresceram no meio de um zoológico entre onças e serpentes. Quando estou em casa passam bastante tempo comigo. Estou ainda aprendendo a desligar do trabalho e dedicar mais tempo qualitativo a eles.


NT: Você já pensou em se tornar político e lutar em prol dos animais?

R.R.:
Não daria certo. Eu não concordo com muita coisa e não gosto de política. Prefiro não me envolver nisso.


NT: Você é muito emotivo. Já chegou a chorar durante alguma gravação?

R.R.:
Algumas vezes. Em Santa Catarina, quando fiquei muito próximo de baleias francas. No Peru, ao visitar um santuário de macacos órfãos. Mas, o momento mais difícil, mais forte para mim, foi gravar no Acre com um macaco barrigudo chamado Chico. Ele foi brutalmente torturado por quem o retirou da natureza, teve seus dentes arrancados, e mesmo assim rastejava pedindo carinho. Outra coisa que me matou foi ver o transporte pelos rios da Amazônia de toras de madeira nobre.


NT: Qual é o castigo que você particularmente daria a um contrabandista de animais silvestres?

R.R.:
Na cadeia de contrabando você tem vários personagens. Desde o ignorante que tira o bicho do ninho, passando por aquele que transporta os animais amontoados, até os compradores finais, além dos que fiscalizam as atividades ilegais do tráfico.

Os que mais me enojam são aqueles que realizam o transporte a qualquer preço, pagando até com a vida dos animais, quebrando ossos dos mesmos para que não cantem ou entulhando-os em espaços minúsculos durante dias. Os outros que me enojam são os que supostamente deveriam ser os guardiões dos animais, inibidores deste tipo de atividade, mas que estão dentro da máquina, facilitando e ganhando com a atividade... Eu acredito que o castigo indicado a estas pessoas seria trabalho voluntário não remunerado em instituições que recebem estes animais, limpando “merda” de recintos e tanques, de milhares de animais vítimas do comércio ilegal (de preferência com as mãos...).


NT: Qual animal você mais teme no mundo?

R.R.:
Sem dúvida nenhuma, o ser humano!

Fonte: Natelinha

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Gugu fala ao UOL da relação com Silvio Santos e com Faustão


Ex-seminarista, ex-estudante de odontologia, ex-assistente de produção do programa “Domingo no Parque”. Quem vê este histórico, pode pensar que se trata de alguém que, por mudar tantas vezes de área, não sabia o queria. No entanto, este é o histórico do apresentador e empresário Gugu Liberato, que completa 52 anos neste domingo (10).
Pai de três filhos, Antônio Augusto de Moraes Liberato conta em entrevista por e-mail para o UOL que "vive para eles, dividindo as descobertas, participando das brincadeiras e dos deveres de casa." Há quase 40 anos na TV, Gugu acredita que ainda tem muito o que fazer e não cita especialmente nenhum momento de que tenha se arrependido, nem mesmo o polêmico episódio que aconteceu em 2003, quando o programa "Domingo Legal" exibiu uma entrevista com falsos integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital). "As passagens boas, as passagens ruins, tudo faz parte da vida. Me orgulho de sempre ter trabalhado com honestidade."

Há dois na Record, Gugu ainda fala de sua relação com o antigo patrão, Silvio Santos, da saída da Hebe e de como seria um encontro com o Faustão, seu inimigo número um na disputa pela audiência, desde o início dos anos 90.
UOL - Depois de uma ligação tão forte com o SBT, como você vê seu desligamento da emissora após dois anos?
Gugu Liberato - Qualquer desligamento é sempre algo diferente, e também dolorido. E é claro que isso aconteceu comigo. Mas eu tenho como principio olhar as coisas pelo lado positivo e hoje entendo que tudo aconteceu no momento certo. Nestes dois anos de Record, consegui realizar um trabalho de qualidade conquistei condições de trabalho, muito apoio e sigo fazendo o que gosto. Na minha opinião esse é um balanço positivo, que me alegra muito.

UOL - São quase 40 anos na TV, e você é muito novo ainda. O que ainda deseja fazer?
Gugu Liberato - Ah, tanta coisa. Televisão é um desafio, um desafio diário. Não sei te precisar o que desejo fazer, mas sim como pretendo fazer: Quero seguir descobrindo novos caminhos, seguir com contato com o telespectador do meu programa, que é algo que me satisfaz muito. Enfim, a televisão muda e nós mudamos com ela. Novos caminhos se abrem, novos formatos, novas ideias. Essa é a parte mais gostosa do meu trabalho.

UOL - Você se arrepende de algo durante esses anos n a TV? O quê? E quais as coisas que você se orgulha de ter feito?
Gugu Liberato - Tudo o que fazemos acaba nos rendendo aprendizado. As passagens boas, as passagens ruins, tudo faz parte da vida. Me orgulho de sempre ter trabalhado com honestidade, com meu coração fazendo parte da história. Esse é meu jeito.

UOL - Como é o Gugu pai?
Gugu Liberato - Como qualquer pai que ama seus filhos e vive por eles. Procuro estar perto deles em todos os momentos, fazer parte da educação, da formação dos três. Também estou sempre com eles nos momentos mais caseiros possíveis, dividindo com eles as descobertas, participando das brincadeiras, dos deveres de casa, dos assuntos da escola, além de adorarmos viajar juntos.

UOL - E o Gugu irmão, você se consulta com a Aparecida para saber sobre seu futuro?
Gugu Liberato - Sempre consultei, em todos os meus negócios. Mas acima de tudo isso consulto como um irmão, e essa é a parte mais bacana de tudo, pois é alguém que me conhece, me ama como irmã e participa da minha vida. Aliás, me orgulho pois essa é uma característica muito forte em toda a minha família.

UOL - Atualmente, além de apresentar o "Programa do Gugu", você é dono de uma produtora, a GGP, de lojas que levam seu nome, um parque aquático e uma rede de postos de combustíveis. No que o empresário Gugu ainda pretende investir?
Gugu Liberato - Bem, parque e lojas não fazem parte do meu negócio. Tenho uma participação acionária em postos de combustíveis, mas este não é o meu negócio. Há alguns anos resolvi me concentrar no meu trabalho de apresentador e reservar todo o meu tempo pra ele.

UOL - Como é sua relação com o Silvio Santos hoje em dia? Tem aquela história que ele foi lá na Globo te buscar, para que você não saísse do SBT. Os rumores são de que Silvio tivesse aumentado seu salário em dez vezes, naquela ocasião. Foi isso mesmo?
Gugu Liberato -
Sai do SBT em total harmonia com o Silvio. Nada foi feito sem que ele soubesse, e sem que eu ouvisse a sua opinião. Sei que tenho nele um amigo que me estima muito, e a recíproca é verdadeira. Essa história da Globo foi real, na época ele falou diretamente com o Roberto Marinho e acabei ficando no SBT, até porque o Silvio atravessava um momento difícil, com um problema na garganta que, graças a Deus teve a sua cura.

UOL - Como você viu a saída da Hebe do SBT?
Gugu Liberato - Eu diria algo como: Acredito que chegou o momento de Hebe mudar. Com a história que ela tem, todos os anos de estrada e toda a sua importância na história da televisão, Hebe tem o direito de mudar, arriscar, buscar novos ares. Acredito que tenha sido uma saída tranquila.

UOL - Você briga pela audiência com o Faustão desde o início dos anos 90; existe alguma relação com o apresentador da Globo fora do campo profissional? O que você diria a ele se um dia o encontrasse num almoço, por exemplo?
Gugu Liberato - Não vou dizer que sou amigo pessoal do Fausto, mas já fui a sua casa para provar a famosa "pizza do Faustão". Todas as vezes que nos encontramos sempre foi muito bom, muito tranquilo. Eu o admiro como comunicador e também por seu jeito de ser. Certamente se nos encontrássemos, como já aconteceu até fora do país, seria um encontro muito divertido, muito agradável.