sábado, 8 de agosto de 2009

Por que a Bela é diferente ?

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Bela, a Feia, o novo folhetim da Record, destoa do tom sisudo das produções da rede. É uma comédia com toques de breguice à lá Glória Perez e um acentuado colorido gay.

A novela é uma versão brasileira para o sucesso surgido na Colômbia há dez anos e exportado para 20 países. Todas as regravações obedecem à mesma fórmula: uma fábula sobre uma mocinha horrenda que conquista o patrão playboy. Mas há nuances. O original colombiano tem uma pitada a mais de romantismo: culmina com a transformação da personagem num cisne que fisga o coração do chefe. Na americana Ugly Betty, tudo indica que a personagem continuará feia mesmo – e não vai se envolver com o patrão.

Embora sua fonte oficial seja a versão mexicana da Televisa, a novela da Record bebe despudoradamente da similar americana. Trata-se de uma comédia rasgada, cujo cenário moderninho é idêntico ao americano. Bela, a Feia também foge daquele tom solene de sermão dos bispos do Fala que Eu Te Escuto por abraçar outro aspecto da versão americana: é uma novela muito gay. Entre seus personagens, há um editor de moda negro cheio de trejeitos – que, ao que se sugere, tem um caso com um personal trainer loiro.

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