
JULIO MENEZES - Sou da polícia, venho buscá-lo, você está preso.
Escutando essas palavras, Dançarino fica sem ação e são colocadas as algemas, descem com ele do apartamento em direção ao carro.
DANÇARINO - Porque estão me levando para a delegacia, sorrindo o policial diz:
POLICIAL - Engraçado, porque todo mundo que é preso faz essa pergunta, ora meu amigo, você foi acusado dos crimes ocorridos na boate CHAMAS.
DANÇARINO - Eu? Mas eu não fiz nada.
POLICIAL - Quem vai dizer que você não fez nada é a justiça.
Dançarino assustado com a situação se vê encurralado e pensa que desta vez não poderá sair impune. Fica lembrando como Márcia vai reagir quando souber que está preso e o porquê da acusação. Chegando a delegacia, Dançarino é levado à cela e fica com outros presos que também estão lá por causa de roubos e mortes, sente que tem que ser forte e passar por toda essa situação sem perder o controle. Júlio Menezes aproxima-se da sela e o conduz até a sala onde trabalha, chegando, Dançarino reconhece a sala:
DANÇARINO – É a mesma que Agripino trabalha?
JÚLIO MENEZES - Era, mas agora quem está no caso sou eu.
Dançarino conversa sobre o detetive Agripino e fica sabendo que foi transferido da delegacia e está morando em outra cidade.
Não sabe que o motivo de sua transferência tem haver com ele e fica sem saber o que responder as perguntas que lhe são feitas.
JULIO MENEZES - Vamos lá rapaz, onde estava nas noites dos crimes?
DANÇARINO - Estava trabalhando na boate.
JULIO MENEZES - Só tem isso a dizer?
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