
Dançarino se mostra uma pessoa decidida no que diz e a tarde vai à procura de seu amigo Agripino Noronha para contar sua situação e pedir ajuda, nessa hora os amigos são a única solução para acalmar a dificuldade que se está passando.
No caminho até a delegacia, Dançarino se vê diante de uma situação onde muitas pessoas passam e acabam voltando ao seu lugar de origem, as cidades onde nasceram, com ele parece não ser diferente, terá que arrumar as malas e ir embora se não conseguir um novo emprego logo. Ao chegar à delegacia dirige-se até a sala do detetive e é barrado na porta por um policial:
POLICIAL – Não pode entrar o detetive Agripino Noronha não pode atender no momento, ele está estudando umas provas sobre o crime que aconteceu na boate.
Dançarino ao saber que estão levantando novas pistas sobre o crime em que ele foi envolvido diz:
DANÇARINO - Então voltarei em outra hora.
Sai às pressas e fica pensando que agora chegará ao verdadeiro assassino e que poderá ser acusado novamente.
Chegando em casa não encontra Márcia e vê que ela tinha trocado de roupa.
Pergunta-se para onde ela teria ido naquela hora e não ter deixado nenhum aviso que ia sair. Segue até o banheiro e toma banho, mas seu amor não sai da cabeça, lembra dos momentos quando criança na rua de sua casa, correndo atrás de uma bola e ela estava na janela vendo-o jogar, batia palmas quando ele fazia um gol e ia até onde ela estava e dizia que era para ela. Esses pensamentos eram constantes até que lembra o dia que saiu de casa pela primeira vez, não deu tempo de ter visto Marina e se despedir dela naquele dia mais infeliz de sua vida.
DANÇARINO – Poxa vida, sai feito louco, nem me despedi de Marina, mas quando penso nela, meu coração enche-se de felicidade.
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