
Assustada com a hora, Isabel se retira com muita pressa e entrando no elevador, segue para seu quarto, ela olha para os lados fazendo de seu apartamento um lugar muito misterioso.
O detetive se assusta com a rapidez de Isabel, em saber da hora e sair quase correndo de encontro à porta do elevador.
Se sua saída foi tão repentina, com certeza tem alguma coisa que ela guarda com muito segredo e que naquele horário era a hora marcada de ir ao encontro com alguma coisa, ou seu motivo, poderia ser também um telefonema que estivesse esperando. Todo esse mistério faz o detetive lhe procurar para tentar saber por que se despediu com tanta pressa.
No dia seguinte ele liga pra ela e quem atende é uma voz estranha e de repente desliga o telefone na cara do detetive, que assustado pergunta-se:
— Quem desligou o telefone? Será que foi a causa da correria de ontem à noite? Tenho que conferir.
A tarde encontra-se com Isabel na portaria do prédio e começa a fazer perguntas:
— Por que desligou o telefone na minha cara? Pensou que não fosse eu?
Isabel ficou encurralada com as perguntas do detetive e sem saber o que fazer ela abre o jogo, levando ele para um lugar seguro para contar-lhe tudo.
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