quarta-feira, 24 de junho de 2009

CAPITULO 22


O comentário engraçado de Dançarino faz Agripino dar uma risada bem solta, pega uma garrafa de cerveja na geladeira e leva até o quarto para tomar com seu novo colega de quarto. De manhã ao acordar, Agripino olha para a cama de Dançarino e não o vê, logo se levanta e sai procurando-o no apartamento, encontra um bilhete em cima da mesa, descrevendo:

Agripino

Saí mais cedo e sem avisar, tenho que entrar no trabalho as 6:00 h., por isso não quis te incomodar, estarei de volta as 18:00 h.
Abraços...
Dançarino
.

Isabel levanta cedo para levar as crianças até a escola, lá em frente encontra-se com Agripino que sentado em um banco esperava pelos seus filhos, ele se aproxima deles e fala:
DETETIVE AGRIPINO NORONHA - Oi! Não vão me abraçar? Estou morrendo de saudades de vocês.
Ao abraçar-se com as crianças, o detetive Agripino Noronha, sente como é difícil ficar longe de seus filhos e tenta amenizar as saudades com esse reencontro na porta da escola. Isabel observa o carinho que o detetive tem pelos seus filhos e pede para dar uma palavrinha com ele, Isabel diz:
ISABEL - Gostaria de falar com você, será que tem algum tempo disponível?
DETETIVE AGRIPINO NORONHA - Claro aonde você quer ir para conversarmos?
ISABEL - Qualquer lugar está bom.
Segue os dois até uma lanchonete que tem em frente à escola e lá conversam. Isabel tenta reatar seu casamento e pede em nome das crianças que volte a sua casa e juntos tentarem ser uma família novamente unida. A conversa durou horas e Agripino prometeu que vai pensar no assunto e logo mais a procurava para terem uma conversa sobre o assunto. Na delegacia o detetive pensa na hipótese de voltar a sua casa e ter uma vida normal com sua mulher e seus filhos, juntos saírem para tomar sorvete, ir ao cinema, passear no parque, nesses lugares onde são encontradas outras famílias felizes. Agripino pega o telefone e liga para Isabel e marca o encontro:
DETETIVE AGRIPINO NORONHA - Alô! É Isabel?
Uma voz atende:
ADELAIDE - Um momento vou chamá-la.
Agripino estranha a voz que atendeu ao telefone, mas imagina que possa ser alguém conhecido.
ISABEL - Pronto, é ela, quem é?

Nenhum comentário:

Postar um comentário