
— Por favor, venha até aqui.
— Olhe senhor policial, espero que você e aquele detetive me deixem em paz, pois não tive mais sossego desde aquele dia. Espero que dêem um jeito logo ou então arquive o caso por falta de provas.
O policial tira um bilhete do bolso e dá ao dançarino, ele por sua vez recebe com ar de suspeita e imediatamente dirige a palavra ao policial:
— Desculpe pela grosseria que fiz com você, mas eu não agüento mais ser vigiado pela polícia.
— Olha, eu sei como é isso, pois também já fui envolvido em um caso parecido, mas o que me interessa no momento é lhe entregar o bilhete.
Ao retirar-se deixa a impressão que o dançarino tem alguma coisa haver com o assassinato. Dançarino logo que chega ao seu quarto, que fica nos fundos da boate, abre o bilhete com a ansiedade de ser mais uma intimação para depor novamente, não é, mas tem haver com a polícia, o detetive pede uma hora de conversa e solicita para ligar assim que estiver decidido, onde será o encontro. O dançarino confunde-se e pensa:
— “O que será que o detetive quer comigo?”
Perguntas como essas passam a confundir a sua cabeça, mas resolve dar a resposta do encontro ao detetive, isto é, se ele aceitar o lugar escolhido. Comunica-se por telefone, mas a conversa dura pouco, acertam o encontro para a noite na boate, depois do show no seu quarto.
Enquanto a hora não chegava, a ansiedade tomava conta do dançarino, pois não tinha a certeza de que conversa seria essa, e se não seria um pretexto para arrancar a força alguma coisa escondida, informação não revelada, ou alguma suspeita de alguém neste crime.
Coitado, do dançarino, o que vai acontecer com ele, tomará que nada?
ResponderExcluirMuito bom... acho que esse dançarino tá blefando heim.
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