Por meio de passeatas e manifestações, questões cruciais da sociedade, como o direto de voto e a diminuição da carga horário de trabalho, foram conquistadas por elas. Sempre com cautela e força de vontade, elas conseguiram alcançar uma posição antes impossível na história: chegaram ao mesmo patamar do que o sexo oposto, os homens.
Cada dia mais, as mulheres são donas do próprio nariz. Muitas já dominam cadeiras da presidência de multinacionais ou regem o próprio negócio. E no campo da televisão, não é diferente. É ainda mais impressionante.
O mercado do entretenimento televisivo é talvez um dos únicos setores da sociedade comandado por mulheres. Não há como negar: elas foram feitas para a coisa. São elas que regem programas de auditório, entrevistas e até telejornais, coisa que há alguns anos, não estava nem em cogitação.
“Acredito que dos anos 80 para cá, as mulheres praticamente dominaram o jornalismo. Hoje existem muitas colunistas mulheres. O jornalismo é, sem dúvida, um mercado pouquíssimo preconceituoso quanto a isso”, afirmou a jornalista Ana Paula Padrão.
O mercado do entretenimento televisivo é talvez um dos únicos setores da sociedade comandado por mulheres. Não há como negar: elas foram feitas para a coisa. São elas que regem programas de auditório, entrevistas e até telejornais, coisa que há alguns anos, não estava nem em cogitação.
“Acredito que dos anos 80 para cá, as mulheres praticamente dominaram o jornalismo. Hoje existem muitas colunistas mulheres. O jornalismo é, sem dúvida, um mercado pouquíssimo preconceituoso quanto a isso”, afirmou a jornalista Ana Paula Padrão.